Enquanto os oradores se sucediam hoje na tribuna da Assembleia Legislativa, num canto do plenário um grupo se concentrava em anotações e - soube-se depois - manejo de calculadoras. Lá estavam Elmar Nascimento, Reinaldo Braga, Leur Lomanto Junior, Luiz Augusto, Ronaldo Carletto e João Carlos Bacelar.
A maioria de oposicionistas, eles faziam previsões da composição das bancadas após as próximas eleições. Mais tarde, sob promessa de sigilo da fonte, um deles revelou a conclusão a que chegaram sobre a estimativa para as diversas coligações - que a bem da verdade nem foram ainda legalmente constituídas.
A maior aliança entre os atuais governistas - PT-PP-PDT-PRB - elegeria 24 deputados, enquanto PMDB, PR, PSC e PTB ficariam com uma bancada de 18. Os demais partidos e coligações, com número de eleitos, seriam os seguintes: PCdoB-PSB (3), PRP-PTdoB-PSDC (4), DEM (7), PSDB (3) e PSL (1).
Advertido de que o total dava 60, o deputado não perdeu o argumento: os três que faltam "podem ir para lá ou para cá, é a margem de erro". Indagado sobre a conversa no plenário, da qual estava um tanto próximo, o deputado Júnior Magalhães esquivou-se: "Não faço conta. Estou trabalhando é para conquistar votos".
1 comentários:
Estes numeros são meras especulações, pois as campanhas magoritárias terminam influenciando no resultado.
20/5/10 09:57Na realidade todos candidato que queira garantir sua vaga precisa de 40 mil votos, e alguns 50 dependendo da coligação.
Quel achar que a eleição vai ser fácil está enganado, pois é a primeira com Wagner no poder o que não se sabe ainda como ele interfirirá no processo.
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