Deu no Política Livre de 16/08:
A crise do ano passado reduziu em 5,57% o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receitas das cidades baianas. Mas isso não impediu as prefeituras baianas de ampliarem em 26,14% os quadros de servidores comissionados em 2009. Nestes casos não há realização de concurso público e em muitos casos os cargos são ocupados através de indicações políticas. No ano seguinte à última eleição municipal os gestores eleitos ampliaram o quadro de comissionados de 30,8 mil para 38,8 mil, de acordo com a Pesquisa de Informações básicas municipais (Munic). Entre concursados, comissionados e os sem vínculo permanente, as prefeituras baianas empregam 468 mil. “Os prefeitos que chegaram no primeiro mandato foram cumprir os compromissos assumidos na eleição”, acredita o consultor na área de administração pública Antônio Pimentel. Ex-prefeito de Governador Mangabeira e conselheiro de muitos prefeitos, ele define o “empreguismo” como algo que ainda precisa ser superado na administração pública. “Eu vejo como consultor a dificuldade que alguns prefeitos têm para dar a canetada e enxugar os quadros”, conta. (A Tarde)
Nota do A Voz: talvez agora os cidadãos entendam porque a crise mundial foi usada como pretexto para mascarar falta de investimentos das prefeituras. De fato, a crise diminuiu a arrecadação. No entanto, pode-se abrir mão de obras e benefícios, mas não pode abrir mão da folha de pagamento dos indicados políticos.
A crise do ano passado reduziu em 5,57% o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receitas das cidades baianas. Mas isso não impediu as prefeituras baianas de ampliarem em 26,14% os quadros de servidores comissionados em 2009. Nestes casos não há realização de concurso público e em muitos casos os cargos são ocupados através de indicações políticas. No ano seguinte à última eleição municipal os gestores eleitos ampliaram o quadro de comissionados de 30,8 mil para 38,8 mil, de acordo com a Pesquisa de Informações básicas municipais (Munic). Entre concursados, comissionados e os sem vínculo permanente, as prefeituras baianas empregam 468 mil. “Os prefeitos que chegaram no primeiro mandato foram cumprir os compromissos assumidos na eleição”, acredita o consultor na área de administração pública Antônio Pimentel. Ex-prefeito de Governador Mangabeira e conselheiro de muitos prefeitos, ele define o “empreguismo” como algo que ainda precisa ser superado na administração pública. “Eu vejo como consultor a dificuldade que alguns prefeitos têm para dar a canetada e enxugar os quadros”, conta. (A Tarde)
Nota do A Voz: talvez agora os cidadãos entendam porque a crise mundial foi usada como pretexto para mascarar falta de investimentos das prefeituras. De fato, a crise diminuiu a arrecadação. No entanto, pode-se abrir mão de obras e benefícios, mas não pode abrir mão da folha de pagamento dos indicados políticos.
3 comentários:
quero ver qual o prefeito que ainda vai ter coragem de fazer um amplo concurso público e acabar com essa farra. O cara pode até não se reeleger, mas terá o respeito de muitos em xique-xique
18/5/10 12:04fazer concurso é bom pra todo mundo. Para o povo que não precisa ser massa de manobra em troca de emprego e para o prefeito que não precisa ficar perdendo tempo com um monte de parasita que pedindo emprego.
18/5/10 12:41Acho que oprefeito Reinaldinho, já fez dois concurso público, e ao contrário de um ex-prefeito que graças a deus, nunca mais! foi um concurso sério, e de credibilidade.
20/5/10 15:49Postar um comentário
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