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DATAFOLHA: DILMA MANTÉM VANTAGEM SOBRE SERRA

10/16/2010

A segunda pesquisa Datafolha no segundo turno da eleição presidencial apresenta um cenário de estabilidade. A candidata Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos (excluem brancos, nulos e indecisos), contra 46% de José Serra (PSDB). Os dados são exatamente os mesmos registrados em levantamento realizado na semana passada. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.  A taxa de indecisos, porém, oscilou para cima e agora está em 8% (era 7% na pesquisa anterior). Os que pretendem anular o voto ou votar em branco, 4%, eram em número idêntico na semana anterior. Em votos totais, a petista registrou uma leve oscilação para baixo, passando de 48% para 47%, enquanto o tucano se manteve com 41%. Para o Datafolha, essa oscilação se explica por uma queda de 3 pontos percentuais entre o eleitorado de menor escolaridade, que representa 47% do total de eleitores no Brasil. No item rejeição, entre os que dizem não votar em Serra, passou de 63% para 66%. No caso de Dilma, o número de eleitores que não declaram voto na petista e não votariam nela de jeito nenhum oscilou um ponto para baixo, caindo de 68% para 67%. A pesquisa foi feita nos dias 14 e 15 de outubro com 3.281 eleitores de 202 municípios brasileiros. Os contratantes do levantamento, registrado no TSE sob o número 35.746, são a Folha e a Rede Globo.

Bahia Notícias

6 comentários:

Anônimo disse...

Carta de Pedro Bial sobre Serra e Dilma

O Hino Nacional diz em alto e bom tom (ou som, como preferir) que um filho seu não foge à luta.

Tanto Serra como Dilma eram militantes estudantis, em 1964, quando os militares, teimosos e arrogantes, resolveram dar o mais besta dos golpes militares da desgraçada história brasileira.

Com alguns tanques nas ruas, muitas lideranças, covardes, medrosas e incapazes de compreender o momento histórico brasileiro, colocaram o rabinho entre as pernas e foram para o Chile, França, Canadá, Holanda. Viveram o status de exilado político durante longo s 16 anos, em plena mordomia, inclusive com polpudos salários.

Foi nas belas praias do Chile, que José Serra conheceu a sua esposa, Mônica Allende Serra, chilena.

Outras lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está escrito em nosso Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com suas próprias vidas, sofreram prisões e torturas infindáveis, realizaram lutas corajosas para que, hoje, possamos viver em democracia plena, votar livremente, ter liberdade de imprensa.

Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel guerreira da solidariedade e da democracia. Foi presa e torturada. Não matou ninguém, ao contrário do que informa vários e-mails clandestinos que circulam Brasil afora.

Não sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou eleitor. Somente por estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff guerreira, já me bastam para definir o voto na eleição presidencial de 2010.

Detesto fujões, detesto covardes!

Pedro Bial

jornalista.

16/10/10 09:10
Anônimo disse...

SERRA MIL CARAS.

Depois de se dizer contra ao aborto, o jornal Folha de São Paulo de hoje, sábado 16/10, revela que a sua mulher, Mônica Serra, a mesma que disse que Dilma mata criancinhas, ABORTOU um filho quando estavam no exílio no Chile. É mole ou quer mais????

SERRA MIL CARAS.

Monica Serra contou ter feito aborto, diz ex-aluna

Reportagem tentou ouvir mulher de candidato tucano por dois dias, sem sucesso

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA

O discurso do candidato à Presidência José Serra (PSDB) de que é contra o aborto por "valores cristãos", que impedem a interrupção da gravidez em quaisquer circunstâncias, é questionado por ex-alunas de sua mulher, Monica Serra.

Num evento no Rio, há um mês, a psicóloga teria dito a um evangélico, segundo a Agência Estado, que a candidata Dilma Rousseff (PT), que já defendeu a descriminalização do aborto, é a favor de "matar criancinhas".

Segundo relato feito à Folha por ex-alunas de Monica no curso de dança da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a então professora lhes contou em uma aula, em 1992, que fez um aborto quando estava no exílio com o marido.

Depois do golpe militar no Brasil, Serra se mudou para o Chile, onde conheceu a mulher. Em 1973, com o golpe que levou Augusto Pinochet ao poder, o casal se mudou para os Estados Unidos.

OUTRO LADO
A Folha tentou falar com Monica Serra durante dois dias para comentar o relato das ex-alunas, sem sucesso.

Um dia depois do debate da TV Bandeirantes, no domingo, 10, a bailarina Sheila Canevacci Ribeiro, 37, postou uma mensagem em seu Facebook para "deixar a minha indignação pelo posicionamento escorregadio de José Serra" em relação ao tema.

Ela escreveu que Serra não respeitava "tantas mulheres, começando pela sua própria mulher. Sim, Monica Serra já fez um aborto". A mensagem foi replicada em outras páginas do site e em blogs.

"Com todo respeito que devo a essa minha professora, gostaria de revelar publicamente que muitas de nossas aulas foram regadas a discussões sobre o seu aborto traumático", escreveu Sheila no Facebook. "Devemos prender Monica Serra caso seu marido fosse [sic] eleito presidente?"

À Folha a bailarina diz que "confirma cem por cento" tudo o que escreveu. Sheila afirma que não é filiada a partido político. Diz ter votado em Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) no primeiro turno. No segundo, estará no Líbano, onde participará de performance de arte.
Se estivesse no Brasil, optaria por Dilma Rousseff (PT). Sheila é filha da socióloga Majô Ribeiro, que foi aluna de mestrado na USP de Eva Blay, suplente de Fernando Henrique Cardoso no Senado em 1993. Majô foi pesquisadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais de Gênero da USP, fundado pela primeira-dama Ruth Cardoso (1930-2008).

Militante feminista, Majô foi candidata derrotada a vereadora e a vice-prefeita em Osasco pelo PSDB.

A socióloga disse à Folha estar "preocupada" com a filha, mas afirma que a criou para "ser uma mulher livre" e que ela "agiu como cidadã".
Sheila é casada com o antropólogo italiano Massimo Canevacci, que foi professor de antropologia cultural na Universidade La Sapienza, em Roma, e hoje dirige pesquisas no Brasil.

16/10/10 09:13
Anônimo disse...

RESPEITEMOS A DOR DE MÔNICA SERRA

Meu nome é Sheila Ribeiro e trabalho como artista no Brasil. Sou bailarina e ex-estudante da Unicamp onde fui aluna de Mônica Serra.

Aqui venho deixar a minha indignação no posicionamento escorregadio de José Serra, que no debate de ontem, fazia perguntas com o intuito de fazer sua campanha na réplica, não dialogando em nenhum momento com a candidata Dilma Roussef.

Achei impressionante que o candidato Serra EVITA tocar no assunto da DESCRIMINALIZAÇÃO do aborto, evitando assim falar de saúde pública e de respeitar tantas mulheres, começando pela SUA PRÓPRIA MULHER. Sim, Mônica Serra já fez um aborto e sou solidária a sua dor.

Com todo respeito que devo a essa minha professora gostaria de revelar publicamente que muitas de nossas aulas foram regadas a discussões sobre o aborto, sobre o seu aborto traumático. Mônica Serra fez um aborto. Na época da ditadura, grávida de 4 meses, Mônica Serra decidiu abortar, pois seu marido estava exilado e todos vivíamos uma situação instável. Aqui está a prova de que o aborto é uma situação terrível, triste, para a mulher e para o casal, e por isso não deve ser crime, pois tantas são as situações complexas que levam uma mulher a passar por essa situação difícil. Ninguém gosta de fazer um aborto, assim como o casal Serra imagino não ter gostado. A educação sobre a contracepção deve ser máxima para que evitemos essa dor para a mulher e para o estado.

Assim, repito a pergunta corajosa de minha presidente, Dilma Roussef, que enfrenta a saúde pública cara a cara com ela: se uma mulher chega em um hospital doente, por ter feito um aborto clandestino, o estado vai cuidar de sua saúde ou vai mandar prendê-la?

Nesse sentido, devemos prender Mônica Serra caso seu marido fosse eleito presidente?

Pelo Brasil solidário e transparente que quero, sem ameaças, sem desmerecimento da fala do outro, com diálogo e pelo respeito a dor calada de Mônica Serra.

http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4738103-EI15311,00-O+que+Sheila+Ribeiro+escreveu+em+seu+Facebook.html

16/10/10 10:17
Anônimo disse...

O APELO DE SERRA É GRANDE PELO PODER.
AGORA ATÉ O SANTINHO DELE VEM COM O NOME DE JESUS.

NÃO USE O NOME DO VOSSO DEUS EM VÃO, NA IMUNDICE DA POLÍTICA.

QUEM TEM DEUS NO CORAÇÃO NÃO USA O NOME DELE DE ÚLTIMA HORA E SIM EM TODOS OS MOMENTOS DA SUA VIDA.

HIPOCRESIA!

13 NELES, DILMA PRESIDENTE PARA O BRASIL SEGUIR EM FRENTE.

16/10/10 10:19
Anônimo disse...

O NOME DISSO É MESMO HIPOCRESIA!!!!!!!

COISA MUITO TÍPICA AO PSDB:
FHC DISSE "ESQUEÇAM TUDO O QUE EU ESCREVI";
PROFESSOR APOSENTADO, FEZ QUESTÃO DE CHAMAR APOSENTADOS DE VAGABUNDOS!

16/10/10 10:28
Anônimo disse...

QUE BELO É O NOSSO BRASIL HOJE SE LULA É UM ÓTIMO PRESIDENTE ADMINISTRA TÃO BEM NOSSO PAIS PRÁ QUE TROCAR PELO SERRA OS POBRES HOJE SE ALIMENTAM FAZ FACULDADE PODE COMPRAR GELADEIRA TELEVISÃO ATÉ CARRO ETC...NÃO SOU PARTIDARIA NEM CABO ELEITORAL SOU UMA ELEITORA DE 54 ANOS QUE APENAS TEM O ENSINO FUDAMENTAL MIM CONSIDERO UMA MULHER INTELIGENTE INSTRUIDA LEIO MUITO ENTÃO BRASILEIRAS E BRASILEIROS VAMOS 13 NELES DILMA PRESIDENTE PARA O NOSSO BRASIL SEGUIR EM FRENTTE DEIXO AQUI MEUS PARABÉNS AO NOSSO PRESIDENTE LULA.

17/10/10 15:02

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