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O Pequeno Príncipe é atualíssimo

4/22/2014


Quando foi publicado nos Estados Unidos, em 1943, Antoine de Saint-Exupéry era refugiado da 2ª Guerra Mundial. Uma narrativa envolvente que relata a aventura de um principezinho que visita o planeta Terra. Durante a caminhada conhece vários personagens: o rei, o bêbado, o empresário, o geógrafo, o acendedor de lampiões, a serpente, a raposa, o aviador... Ensina lições e aprende com eles...

O Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry, é desses livros que a gente acaba de ler, fecha e nunca mais esquece a história. E numa conversa habitual do dia-a-dia a gente se pega repetindo algum trecho do livro... E nunca é simplesmente uma frase feita. Por exemplo: “O essencial é invisível aos olhos”. Ainda que sejamos profundos conhecedores de pessoas, jamais conseguiremos decifrar o enigmático ser humano. Sabendo disso o Pequeno Príncipe alerta: “É preciso buscar com o coração!” “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Em meio à pressa e a impaciência dos tempos modernos, quem tem tempo de cativar?

Para vencer a frieza e a intolerância do cotidiano, a receita é tremendamente eficaz: O  Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry. E não há contra indicação, vale para qualquer idade.

O livro fascina e encanta da primeira à última página, talvez porque nos aproxima de nós mesmos, fazendo-nos ver o mundo com olhos de ternura e deslumbramento. Lendo, você jamais esquecerá. Mais: sentirá necessidade de retornar ao livro para encontrar-se consigo mesmo...

Assim como o Pequeno Príncipe aparece e desaparece da terra devagarzinho, o autor do livro desapareceu misteriosamente no deserto. Vítima de um acidente aéreo em 1944, o corpo de Saint-Exupéry nunca foi encontrado, talvez tenha acontecido a ele o mesmo que aconteceu ao Pequeno Príncipe: “... Parecerei morto, mas não é verdade...

A última lição do principezinho resume a saga do homem na terra, e, porque sabemos tão somente o começo da história, aprendamos a lição do Pequeno Príncipe: “Eu, se tivesse cinqüenta e três minutos para gastar, iria caminhando passo a passo, mãos no bolso, na direção de uma fonte...”

Le petit prince

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