Em duas operações simultâneas, na fábrica da cidade francesa de
Dammartin-en-Goële e no mercado do bairro Vincennes, b em Paris, policiais do GIGN, a força de
elite da gendarmaria (Policia) francesa, abateram os irmãos Cherif e Said e Amedy
Coulibaly, principais autores do atentado terrorista em Paris que fez 12
mortos, o mais mortífero na França desde 1961. Um terceiro homem, companheiro
de Coulibaly e três reféns também morreram durante a investida policial no bairro de
Vincennes, na periferia de de Paris.
Os três
suspeitos de manter reféns em uma gráfica na cidade de Dammartin-en-Goële e em um mercado
de Paris morreram nesta sexta-feira (9) após ações das forças policiais
francesas.
Na gráfica de Dammartin-en-Goële estavam os irmãos Said, 34, e Chérif Kouachi, 32, acusados de terem cometido o ataque contra o jornal "Charlie Hebdo" na quarta-feira (7). Eles mantinham uma pessoa refém, que saiu ilesa.
No mercado dos arredores de Paris , cerca de cinco reféns eram mantidos por um homem suspeito de ser o mesmo que havia cometido o ataque de quinta-feira (8 )em que matou uma policial.
Entre as vítimas dos terroristas está o diretor da publicação do jornal Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnier conhecido como Carb e mais três famosos cartunistas. Foram mortos, na ação, oito funcionários do jornal, um colaborador da publicação, um funcionário do prédio em que funciona o veículo e dois policiais. Além dos mortos, 11 ficaram feridos sendo quatro em estado grave.
Esse foi o pior ataque contra profissionais da imprensa desde 2009, segundo o Comitê para a Proteção de Jornalistas e o atentado mais mortífero na França desde 1961.
Na gráfica de Dammartin-en-Goële estavam os irmãos Said, 34, e Chérif Kouachi, 32, acusados de terem cometido o ataque contra o jornal "Charlie Hebdo" na quarta-feira (7). Eles mantinham uma pessoa refém, que saiu ilesa.
No mercado dos arredores de Paris , cerca de cinco reféns eram mantidos por um homem suspeito de ser o mesmo que havia cometido o ataque de quinta-feira (8 )em que matou uma policial.
Entre as vítimas dos terroristas está o diretor da publicação do jornal Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnier conhecido como Carb e mais três famosos cartunistas. Foram mortos, na ação, oito funcionários do jornal, um colaborador da publicação, um funcionário do prédio em que funciona o veículo e dois policiais. Além dos mortos, 11 ficaram feridos sendo quatro em estado grave.
Esse foi o pior ataque contra profissionais da imprensa desde 2009, segundo o Comitê para a Proteção de Jornalistas e o atentado mais mortífero na França desde 1961.
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