A senadora Marta Suplicy recebeu tratamento VIP da ‘Folha de
S. Paulo’, de Eliane Cantanhêde, Elio Gaspari e Dora Kramer; o que prova que
bater no PT é o melhor caminho para fazer amizades na mídia golpista; no último
domingo, ex-ministra atacou o partido, a gestão de Dilma Rousseff e o ministro
da Casa Civil, Aloizio Mercadante; em editorial, Otavio Frias diz que críticas
são corretas, "apesar do caráter eleitoreiro"
A entrevista concedida à jornalista Eliane Cantanhêde tornou
Marta Suplicy alvo do interesse de oposicionistas, mas também heroína da mídia conservadora.
No último domingo (11), a ex-senadora disparou críticas
contra o governo Dilma Rousseff e contra o PT. Disse que o ministro Aloísio
Mercadante é "inimigo do Lula (ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva)", além de ser "candidatíssimo" à Presidência da República
em 2018. Ela também acusou o presidente do partido, Rui Falcão, de "trair
o partido e o projeto do PT".
Após conquistar as capas dos jornais ontem, o assunto ainda se estendeu nessa terça-feira. A revolta de Marta, que
tem claro objetivo eleitoral em 2016, conquistou um tratamento VIP da ‘Folha de
S. Paulo’ com o editorial de Otavio Frias. Segundo ele, “ainda que movidas por
uma lógica eleitoreira, críticas da senadora ao PT são corretas”.
O colunista Elio Gaspari também cozinhou o assunto: “Mesmo
que a senadora estivesse errada em tudo o que disse, a reação do comissariado à
sua entrevista mostrou que ela tem razão”.
Já Dora Kramer classificou as declarações de Marta como “a
fiel expressão dos fatos” e diz que ela pode alegar grave discriminação pessoal
para sair ‘ilesa’ do PT.
A repercussão prova que bater no PT é o melhor caminho para
fazer amizades na mídia reacionária.
Com informações das agências de notícias
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