O setor naval está atravessando uma boa fase com os investimentos da Petrobras no desenvolvimento da produção de petróleo, incluindo os campos do pré-sal, cujas encomendas chegarão a US$ 150 bilhões até 2020. A listada estatal, que inclui 97 plataformas e 510 barcos de apoio às plataformas, traduz-se na construção de 17 novos estaleiros, que estão demandando recursos de R$ 12 bilhões.As informações constam no de mapeamento feito pela Associação Brasileira de Construção Naval e Off shore (Abnav)e pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Off shore (Sinaval) a pedido do Globo.
Atraídos pela demanda crescente no setor de petróleo e gás, surgem polos no País, com estaleiros de Norte a Sul. Os destaques são as as novatas do setor, como as construtoras Odebrecht e OAS, além da empresa de engenharia industrial UTC.
Investidores
Os estrangeiros também apostam no Brasil. Um dos principais responsáveis pela reativação é a Transpetro, subsidiária da Petrobras, com a criação em 2004 do seu Programa de Modernização e Expansão da Frota, o Promef I, quando houve a encomenda de 49 navios. Nos anos 80 e 90, o setor entrou em crise por falta de encomendas e problemas de gestão. Hoje, além da demanda existente, renasce apostando em ser competitivo também internacionalmente.
Por isso, o presidente da Abnav, Augusto Mendonça, destaca que o setor naval será o dobro da indústria aeroespacial e da de eletrodomésticos nos próximos dez anos.Segundo ele, a geração de vagasvai saltardosatuais50mil para 100 mil empregos até 2016. Para Ariovaldo Rocha, presidente do Sinaval, há demanda para 50 anos: “O momento é único. É por isso que só em 2010 mais de 15 comitivas estrangeiras vieram ao País. Elas estão querendo se associar a empresas nacionais".
Bahia Econômica
Atraídos pela demanda crescente no setor de petróleo e gás, surgem polos no País, com estaleiros de Norte a Sul. Os destaques são as as novatas do setor, como as construtoras Odebrecht e OAS, além da empresa de engenharia industrial UTC.
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Os estrangeiros também apostam no Brasil. Um dos principais responsáveis pela reativação é a Transpetro, subsidiária da Petrobras, com a criação em 2004 do seu Programa de Modernização e Expansão da Frota, o Promef I, quando houve a encomenda de 49 navios. Nos anos 80 e 90, o setor entrou em crise por falta de encomendas e problemas de gestão. Hoje, além da demanda existente, renasce apostando em ser competitivo também internacionalmente.
Por isso, o presidente da Abnav, Augusto Mendonça, destaca que o setor naval será o dobro da indústria aeroespacial e da de eletrodomésticos nos próximos dez anos.Segundo ele, a geração de vagasvai saltardosatuais50mil para 100 mil empregos até 2016. Para Ariovaldo Rocha, presidente do Sinaval, há demanda para 50 anos: “O momento é único. É por isso que só em 2010 mais de 15 comitivas estrangeiras vieram ao País. Elas estão querendo se associar a empresas nacionais".
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