Ao
contrário do discurso da oposição insuflado pela grande mídia, quando
comparamos a taxa de inflação do governo da presidente Dilma Rousseff, com os
governos Lula e Fernando Henrique Cardoso, verifica-se que o índice ficou abaixo dos demais.
Dilma tem a inflação média em 12 meses mais baixa desde o Plano Real. Os 6,41% da inflação do governo Dilma ficaram abaixo dos 6,65% de Lula e dos 7,39% de FHC, índice do primeiro ano de mandato.
No primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso a taxa de inflação média anual era de 9,56%; no segundo mandato, a média foi 8,78%. O tucano entregou o país com uma taxa de 12,04% de inflação média no último ano de mandato, estourando em quase quatro vezes a meta.
Nesses períodos, os juros chegaram à marca estratosférica de 45%, beneficiando somente aqueles que especulavam enquanto o desemprego e o arrocho de salários sacrificam a vida dos trabalhadores.
O controle da inflação é meta e compromisso de campanha da presidente Dilma. “Entendemos o poder devastador da inflação sobre a renda das famílias, os salários e os lucros das empresas e por isso jamais transigiríamos ou transigiremos com um elemento da política econômica com esse potencial desorganizador na vida das pessoas e da economia”, diz o plano de governo de Dilma.
Diante dos números, a grande mídia admite que a meta foi atingida, mas continua a ladainha de descontrole. Além disso, insistem em dizer que os aumentos salariais, foram um dos responsáveis pela inflação está no limite da meta.
Dilma tem a inflação média em 12 meses mais baixa desde o Plano Real. Os 6,41% da inflação do governo Dilma ficaram abaixo dos 6,65% de Lula e dos 7,39% de FHC, índice do primeiro ano de mandato.
No primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso a taxa de inflação média anual era de 9,56%; no segundo mandato, a média foi 8,78%. O tucano entregou o país com uma taxa de 12,04% de inflação média no último ano de mandato, estourando em quase quatro vezes a meta.
Nesses períodos, os juros chegaram à marca estratosférica de 45%, beneficiando somente aqueles que especulavam enquanto o desemprego e o arrocho de salários sacrificam a vida dos trabalhadores.
O controle da inflação é meta e compromisso de campanha da presidente Dilma. “Entendemos o poder devastador da inflação sobre a renda das famílias, os salários e os lucros das empresas e por isso jamais transigiríamos ou transigiremos com um elemento da política econômica com esse potencial desorganizador na vida das pessoas e da economia”, diz o plano de governo de Dilma.
Diante dos números, a grande mídia admite que a meta foi atingida, mas continua a ladainha de descontrole. Além disso, insistem em dizer que os aumentos salariais, foram um dos responsáveis pela inflação está no limite da meta.
Esse foi o discurso da oposição tucana, feito pelo guru econômico de Aécio
Neves e ex-presidente do Banco Central no governo FHC, Armínio Fraga, durante a
campanha no ano passado. “Ou seja, optou-se por priorizar políticas de
bem-estar social em detrimento de números macroeconômicos mais saudáveis”, diz
o jornalista Gustavo Santos Pereira, do blog De olho nos preços, do Estadão.
Mas em seguida admite: “Mas, passado este pano na gestão monetária petista, não
dá para ignorar outro fato: anos e anos de corrosão persistente do poder de
compra colocam em risco justamente este bem-estar social tão propalado”.
O índice de inflação é medido considerando as despesas de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Goiânia, Campo Grande e Brasília. Portanto, a renda reflete diretamente no controle da inflação.
Mesmo durante forte crise internacional, em que o mundo desempregou 60 milhões de pessoas, os governos de Dilma e Lula, criaram mais de 20 milhões de novos empregos refletindo, principalmente, no aumento da renda do trabalhador, que desde 2003, cresceu 32,5%. Já o salário mínimo teve ganho real de 72%.
O índice de inflação é medido considerando as despesas de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Goiânia, Campo Grande e Brasília. Portanto, a renda reflete diretamente no controle da inflação.
Mesmo durante forte crise internacional, em que o mundo desempregou 60 milhões de pessoas, os governos de Dilma e Lula, criaram mais de 20 milhões de novos empregos refletindo, principalmente, no aumento da renda do trabalhador, que desde 2003, cresceu 32,5%. Já o salário mínimo teve ganho real de 72%.
Informações do Portal Vermelho
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