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Embora avaliada, tese de impeachment de João Henrique não anima PT por medo do vice

1/20/2011

Assunto cada vez mais comentado na cidade, a possibilidade de o prefeito João Henrique responder a um processo de impeachment na Câmara Municipal foi avaliada formalmente pelo PT baiano há duas semanas, depois da crise aberta na Prefeitura com uma mudança no secretariado parcialmente fracassada. A discussão ocorreu em Brasília no seio da bancada federal do partido, antes da Lavagem do Bonfim, oportunidade em que o governador Jaques Wagner (PT) tocou pela primeira vez no assunto numa conversa com o vereador do PT Henrique Carballal que acabou vazando para os jornalistas.

No encontro, os deputados do PT concluíram que o impeachment de João Henrique seria uma operação difícil por duas razões: além de avaliarem que, naquele momento, não havia clima na cidade para a cassação do mandato do prefeito, analisaram que um eventual afastamento de João Henrique poderia acabar beneficando o vice-prefeito, Edvaldo Brito (PTB), em detrimento do projeto petista de assumir a Prefeitura de Salvador de qualquer jeito em 2012. O exemplo mais recente que encontraram para reforçar a tese foi o caso da Prefeitura de Ilhéus.

Lá, antes da últimas eleições municipais, em 2008, o então prefeito Valderico Reis, envolvido num quadro de grave crise quase semelhante ao de Salvador, acabou sendo afastado do comando da cidade com o apoio do PT e dos partidos oposicionistas, o que levou à ascensão ao poder do então vice, Newton Lima (PSB). No cargo de prefeito, Lima disputou a reeleição e ganhou a Prefeitura, tornando mais distante o sonho do PT de comandar uma cidade emblemática no Sul do Estado e para a qual tinha candidato definido à Prefeitura há meses

Mais informações no Política Livre


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