Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, d. João Braz de Aviz, arcebispo de Brasília e recentemente nomeado pelo papa Bento XVI para um dos nove “ministérios” da Igreja Católica, criticou o fato de a discussão sobre a legalização do aborto durante a campanha ter mostrado uma definição de posição político-partidária dos bispos “muito clara”, a favor do PSDB. Quanto à presidente Dilma Rousseff, ele disse esperar um bom relacionamento entre a Igreja e o novo governo, mas defendeu que não se tem uma “ideia clara” de quem a petista é do ponto de vista religioso. “Há aspectos muito bonitos com relação à questão social, mas temos aborto, homossexualismo, um monte de coisa que precisamos ver como vai ficar”, cobrou.
Bahia Notícias
Nota A Voz: convém lembrar que desde a primeira Constituição Republicana, em 1891, houve uma separação entre a Igreja Católica e o Estado. Portanto, este sendo laico, o(a) presidente(a), ele deve prestar esclarecimentos à sociedade, da qual a referida igreja é uma parte do todo.
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Nota A Voz: convém lembrar que desde a primeira Constituição Republicana, em 1891, houve uma separação entre a Igreja Católica e o Estado. Portanto, este sendo laico, o(a) presidente(a), ele deve prestar esclarecimentos à sociedade, da qual a referida igreja é uma parte do todo.
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