Com 103 anos completados no último
dia 15, o maior jornal da Bahia passa a ter três novos donos; de acordo com o
site Gente & Mercado, os novos donos do grupo A Tarde são 'um jovem
empresário com atividade na área de agronegócio, incorporação imobiliária e
televisão aberta; o presidente de uma das maiores agência de publicidade do
País; e um polêmico empresário baiano, fundador de uma conhecida construtora';
o jornal deve ser comprado por R$ 20 milhões, e o passivo (estimado entre R$
150 milhões e R$ 180 milhões, entre tributos e trabalhistas) será dividido
entre comprador e vendedor, sendo transferido paulatinamente aos novos donos,
até que estes assumam 100% da dívida.
Tudo indica que está prestes a ter um
desfecho a novela que envolve o futuro do jornal A Tarde, o maior da Bahia. Com
103 anos completados no último dia 15, o jornal impresso passará a ter três
novos donos.
De acordo com o site Gente &
Mercado, os novos donos do grupo A Tarde são 'um jovem empresário com atividade
na área de agronegócio, incorporação imobiliária e televisão aberta, é que está
enveredando pela política; o presidente de uma das maiores agência de
publicidade do País; e um polêmico empresário baiano, fundador de uma conhecida
construtora e com negócios no setor de geração de energia e distribuição de gás
em diversos estados'.
Faltam apenas definir alguns pontos
para a assinatura final do contrato. "A venda está praticamente fechada. A
avaliação do endividamento está sendo concluída, mas este é um caminho sem
volta, a família sabe que o jornal está insolvente", diz ao site 'uma
fonte' que acompanha as negociações.
O jornal deve ser comprado por R$ 20
milhões e, pelo contrato, o passivo (estimado entre R$ 150 milhões e R$ 180
milhões, entre tributos e trabalhistas) será dividido entre comprador e
vendedor, sendo transferido paulatinamente aos novos donos, até que estes
assumam 100% da dívida.
As negociações também envolvem a sede
do jornal, na Avenida Tancredo Neves, numa das áreas mais valorizadas de
Salvador. A rádio A Tarde (103.9 FM) já pertence ao grupo que está
finalizando a compra do jornal. O negócio teria custado R$ 15 milhões. Além disso,
os novos proprietários pagaram mais R$ 10 milhões por um precatório da família
do fundador do grupo, Ernesto Simões, avaliado em R$ 50 milhões.
Mais antigo jornal da Bahia, A Tarde
enfrenta os mesmos problemas financeiros que atingem os veículos impressos no
Brasil: queda na arrecadação de anunciantes e a diminuição de leitores. Sem
conseguir acompanhar os novos tempos, a Tarde perdeu a liderança nas vendas e
viu crescer seu passivo. Apesar de pagar em dia o salário, há mais de um ano
não deposita o Fundo de Garantia (FGTS) dos funcionários.
Bahia 247
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