Neste segundo turno das eleições de 2018
a maioria dos brasileiros se diz votar na esperança, na fantasia e na promessa
tipicamente anárquica. Todos os esforços e comunicações do ora candidato militar, de seus assessores e orientadores, estiveram até agora voltados para convencer obsessivamente,
por todos meios e formas, o gigantesco contingente notadamente dos ricos e da privilegiada
classe média do Sul e Sudeste do Brasil. Conseguiram!
Com os recursos naturais ainda
existentes no País, com a potencialidade territorial, com aquilo que já se
alcançou – embora aquém do possível, bem aquém – falta ao Brasil, para se tornar
de fato uma potência independente, desenvolvida e democrática, o básico: uma
população educada, no sentido da alfabetização plena e também da educação no
que se refere ao conjunto de valores e conhecimentos agregados.
Aos extremistas de direita, plutocratas, futuros detentores
do poder, não interessa oferecer essa educação ao povo. Mas sabem eles que se
a população sentir na pele o
triunfo da barbárie no decorrer do quadriênio, eles extremistas possivelmente serão expurgados pela fúria ou revolta nas
ruas, praças, avenidas e planaltos do país, em que pese o retorno e a força do Totalitarismo,
já na iminência de ser implantado.
As pesquisas denotam, no entanto, que
há o apoio da ignara maioria absoluta dos eleitores, que optou por
não separar o joio do trigo. Votou emocionada e irracionalmente e assim pode
continuar, sem arrependimentos.
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