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Acompanhe as ações do Vereador Gal Pessoa
In Gal, In Município, In Política, In Xique-Xique3/19/2018
REPUBLICAÇÃO: Irecê como cidade-sede prejudica os demais municípios?
In Gal2/24/2016
Vinte cidades compõem hoje a chamada microrregião de Irecê. O próprio nome já beneficia a cidade sede desta microrregião, fazendo com que a maioria dos benefícios dos governos federal e estadual sejam implantados em Irecê, deixando os demais municípios totalmente dependentes desta cidade sede.
É preciso repensar na forma como estes 20 municípios se situam na microrregião, como estão sendo tratados, beneficiados ou não, por uma política que centraliza órgãos governamentais e empreendimentos, onde a maioria dos demais municípios ficam na dependência, apesar da grande importância e capacidade que os mesmos têm para o crescimento e fortalecimento regional.
A falta de representantes regionais no Legislativo Baiano, que defenda interesses coletivos de toda a microrregião - e não somente de uma cidade - tem feito com que a maioria dos municípios sejam esquecidos, centralizando ações na cidade sede, onde as demais cidades, que são maioria, fiquem isoladas e a mercê de ações centralizadas, uma vez que as necessidades, como também a realidade cultural, produtiva e econômica de cada município, tenham suas particularidades.
Nossa região tem cerca de 400 mil habitantes e estimativas de 260 mil eleitores, com capacidade de eleger vários deputados estaduais, mas, que por falta de diálogo e ações conjuntas, praticamente fica sem representação; parte por não conseguir acesso ao legislativo, outros por não terem compromisso, a não ser consigo mesmo.
Além das 20 cidades, poderíamos ainda acrescentar mais dois municípios a este projeto regional, que é Barra e Morpará, por estarem próximos e fazerem divisa com Xiquexique, a segunda maior cidade da nossa região.
21 cidades não podem continuar a serviço do crescimento de um centro em detrimento das demais. É preciso abrir um diálogo com a população e lideranças deste Município, percebendo o potencial de cada um dentro da microrregião, onde poderemos unir forças na defesa de uma nova ideia, de um novo projeto que integre os municípios, fortalecendo ações conjuntas dentro das necessidades de cada um. Não podemos continuar reféns de Irecê, precisamos defender interesses coletivos para que possamos crescer juntos, onde todos possam ser parceiros, mais valorizados; para que cada um se desenvolva, ajudando uns aos outros, dentro das suas possibilidades.
Precisamos ser lembrados e respeitados de forma igualitária. E para isso, devemos discutir ideias no sentido do crescimento coletivo uniforme, junto aos governos federal e estadual para que não sejamos engolidos por um município que centraliza a maioria das ações governamentais, e que termina ganhando sozinho outros benefícios, como os comerciais, deixando a cada dia cidades circunvizinhas mais pobres e afiliadas.
Irecê é estratégico para ações de grande porte. Ações essas, que sabemos não ter como implantar em cada município. No entanto, diante da centralização, outros benefícios menores, também se centralizam na sede, deixando todos os outros municípios reféns e isolados.
Nada contra a coirmã Irecê, mas não podemos continuar submetidos a tais circunstâncias, pois elas têm trazido grandes prejuízos aos demais municípios.
Edgardo Pessoa Filho - GAL
A PRAGA
In Gal11/01/2015
E disse o padre... “Xique-Xique há de crescer como
rabo de cavalo”.
Quem já não ouviu tal frase por ai, justiçando o
atraso que vive nosso município! Para os que usam a razão, sabem que “praga” é
algo irracional e uma sociedade não pode estar a mercê do pensamento ou desejo
de alguém, que quer imputar sua vontade como punição.
Assim sendo, devemos melhor avaliar o que acontecer com nosso município, que ao longo do tempo anda na contra mão da história quanto ao seu desenvolvimento, perdendo inclusive o que já tinha, muitas vezes tratada como cidade d já teve.
Um município é o seu povo, o que ele pensa, o que diz e principalmente o que faz, que passa a ser determinante para o atraso ou progresso de toda a sociedade. O que percebemos por parte de muitos, é que a dita “praga” do lendário Padre sobre a nossa Xique-Xique, não era nada mais, nada menos que o resultado do comportamento da então província da época.
Décadas depois, nada parece ter mudado, pelo contrário, vivemos esta realidade de forma mais cruel, uma vez que hoje convivemos também com o desrespeito, ignorância e a individualidade egoísta, do cada um por si, Deus por todos.
Nesta ultima semana de outubro de 2015, vivenciamos esta “praga” em ação. Com a necessidade da troca de uma rede de abastecimento na Rua Quintino Bocaiuva, avisamos a todos os moradores sobre os possíveis transtornos da obra, inclusive com a impossibilidade do tráfego de veículos e uso das garagens, etc., porém os benefícios seriam para todos.
Mas a “praga” parece que de fato dominou a mente de muitos em Xique-Xique, e alguns moradores daquela rua, simplesmente ignoraram o aviso e entupiram com paralelepípedos retirados do calcamento as valas já abertas para colocar a tubulação, e colocaram seus carros na garagem, atrasando a obra e tendo os trabalhadores que refazer todo o serviço novamente a sol a pino.
E assim vamos vivendo entre uma “praga” e outra, atrasando o desenvolvimento de Xique-Xique, ou quem sabe apenas sobrevivendo, pois viver consiste na comunhão entre as pessoas, no respeito às leis, na contribuição que devemos dar como cidadão e homem de bem, construindo uma sociedade melhor para todos, como instrumentos de Deus para a evolução de todo planeta.
Edgardo Pessoa Filho-GAL
RENOVAÇÃO POLÍTICA
In Gal7/31/2015
"Nasce um novo movimento para renovar a política de Xique-Xique."
A palavra renovação pressupõe o novo, deixando para trás tudo que é passado, com novas pessoas, novas idéias, novos grupos e uma nova forma de fazer política e administrar.
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| Edgardo Pessoa Filho-GAL |
Um questionamento se faz necessário para clareza das idéias a que se propõe o novo grupo.
Será que a iniciativa de formar um novo grupo tem mesmo o objetivo da renovação?
Será que a iniciativa de formar um novo grupo tem mesmo o objetivo da renovação?
Será que estão dispostos a discutir idéias e projetos e não pessoas?
Será que há liberdade e autonomia por parte dos seus integrantes e participantes para tomar decisões que por ventura venham contrariar os interesses daqueles que acreditam estar a cima dos demais, pq ocupam ou ocuparam cargos importantes?
Será que há liberdade e autonomia por parte dos seus integrantes e participantes para tomar decisões que por ventura venham contrariar os interesses daqueles que acreditam estar a cima dos demais, pq ocupam ou ocuparam cargos importantes?
Será que os que tomaram a iniciativa, estão abertos a ouvir, compartilhar e colocar em prática as decisões tomadas pela maioria com o propósito de renovação?
Será que a iniciativa tem o objetivo da igualdade entres os participantes sem que um, uns e outros se coloquem como donos do grupo ou líder maior?
Será que todos serão tratados com igualdade, respeitando as diferenças onde cada um, desde o médico ao desempregado, da criança ao idoso, do homem à mulher terão a mesma importância, voz e vez para construção e renovação de um projeto novo para Xique-Xique?
Se assim for, a iniciativa é por demais positiva, pois não podemos continuar assistindo calados, Xique-Xique retroagir, como tem acontecido ao longo de décadas, sem qualquer planejamento administrativo, com políticas arcaicas baseadas na esmola em forma de assistencialismo e benefícios particulares em detrimento ao povo, por parte de todos os governos, deixando o município desprovido da mínima estrutura para receber melhorias que chegam por força das circunstâncias do progresso, onde muitos ainda querem sempre tirar proveito como autores.
Que se abram as portas do diálogo, do debate das idéias e projetos, sem as paixões político- partidárias, sem discriminações, sem as intrigas pessoais, sem as disputas do poder pelo poder, mas de forma a unir os xiquexiquenses em torno do progresso desta terra que tem grande potencial para ser uma das mais belas e maiores cidades da micro região, pelo seu potencial, desde os recursos naturais aos grandes homens e mulheres de bem.
Edgardo Pessoa Filho - Gal
A TRIBUNA DA MENTIRA E SEUS LOCUTORES!
In Gal, In Município7/13/2015
Com dois pesos e duas
medidas, locutores usam de uma rádio com a política da mentira para voltar ao
poder. Agridem, Inventam, distorcem e tentam denegrir a imagem dos adversários
sem qualquer respeito às famílias de Xique-Xique, usando um microfone como
arma, sem que ninguém possa se defender.
Vejam como agem os covardes:
Afirma um locutor que o Vice
Dr. Lula ganha um bom salário e nada faz por Xique-Xique e que o povo deve
procura-lo para pedir as coisas, pois ele ganha bem.
Será o que o locutor tinha a mesma opinião sobre o Vice da administração passada?
Dr.Lula como Vice-prefeito conseguiu através do Deputado Feral Felix Jr só nestes dois anos, quase três milhões em emendas, obras e equipamentos para Xique-Xique e continua lutando por mais.
Será o que o locutor tinha a mesma opinião sobre o Vice da administração passada?
Dr.Lula como Vice-prefeito conseguiu através do Deputado Feral Felix Jr só nestes dois anos, quase três milhões em emendas, obras e equipamentos para Xique-Xique e continua lutando por mais.
E o vice da administração passada
fez o que por Xique-Xique? Diga ai locutor!
Não sejam covardes, chame o
vice-prefeito Dr. Lula a uma entrevista, questionem, cobrem, exponha-o para que
o povo possa questiona-lo também. Não continuem como a TRIBUNA DA MENTIRA e a
política de desrespeito e agressão às famílias de Xique-Xique.
Afirmou também um locutor,
que o povo não deve mais votar em Gal para vereador, pois o mesmo se licenciou
do cargo e foi para o SAAE.
Será que o locutor tem a
mesma opinião sobre o deputado que ele apoia, quando se licenciou do cargo para
assumir a Secretária de Agricultura do Estado da Bahia? Falando nisso, qual benefício
o secretário trouxe para Xique-Xique? Ah lembro, foi a Escola Agrotécnica!
Desafiei e continuo a
desafiar a TRIBUNA DA MENTIRA a me entrevistar e me colocar na parede,
questionar, expor tudo que quiserem sobre a minha vida pública e o SAAE, mas covardemente
correram, no entanto falam por trás de um microfone sem que ninguém possa se
defender. Esta é a TRIBUNA DA MENTIRA!
Os locutores falam mal de
qualquer fato sobre a atual administração, mas silenciam e escondem o maior escândalo
apontado pelo TCM da Bahia, quando imputou e condenou o ex-prefeito de
Xique-Xique a devolver R$ 2.000.000,00 (dois milhões) aos cofres públicos, algo
jamais visto na história da Bahia. E ai locutor, porque o silêncio sobre assunto
tão grave?
E assim age a TRIBUNA DA
MENTIRA, dois pesos e duas medidas.
Edgardo Pessoa Filho - GAL
Irecê como cidade sede, prejudica os demais municípios.
In Gal5/30/2012
Vinte
cidades compõem hoje a chamada microrregião de Irecê. O próprio nome já
beneficia a cidade sede desta microrregião, fazendo com que a maioria dos
benefícios dos governos federal e estadual sejam implantados em Irecê, deixando
os demais municípios totalmente dependentes desta cidade sede.
Xiquexique,
apesar de ser a segunda maior cidade da microrregião, com todo o potencial
agrícola, pecuário e pesqueiro, sempre esteve isolado, o que nos faz imaginar
que outros municípios menores, podem estar sofrendo com a falta de
investimentos diante de necessidades particulares, que centralizando em uma
cidade sede não atende, de fato, o que interessa a cada um destes municípios.
Leia Mais
É
preciso repensar na forma como estes 20 municípios se situam na microrregião,
como estão sendo tratados, beneficiados ou não, por uma política que centraliza
órgãos governamentais e empreendimentos, onde a maioria dos demais municípios
ficam na dependência, apesar da grande importância e capacidade que os mesmos
têm para o crescimento e fortalecimento regional.
A
falta de representantes regionais no Legislativo Baiano, que defenda interesses
coletivos de toda a microrregião - e não
somente de uma cidade - tem feito com que a maioria dos municípios sejam
esquecidos, centralizando ações na cidade sede, onde as demais cidades, que são
maioria, fiquem isoladas e a mercê de ações centralizadas, uma vez que as
necessidades, como também a realidade cultural, produtiva e econômica de cada
município, tenham suas particularidades.
Nossa
região tem cerca de 400 mil habitantes e estimativas de 260 mil eleitores, com
capacidade de eleger vários deputados estaduais, mas, que por falta de diálogo
e ações conjuntas, praticamente fica sem representação; parte por não conseguir
acesso ao legislativo, outros por não terem compromisso, a não ser consigo
mesmo.
Além
das 20 cidades, poderíamos ainda acrescentar mais dois municípios a este
projeto regional, que é Barra e Morpará, por estarem próximos e fazerem divisa
com Xiquexique, a segunda maior cidade da nossa região.
21
cidades não podem continuar a serviço do crescimento de um centro em detrimento
das demais. É preciso abrir um diálogo com a população e lideranças deste
Município, percebendo o potencial de cada um dentro da microrregião, onde
poderemos unir forças na defesa de uma nova ideia, de um novo projeto que
integre os municípios, fortalecendo ações conjuntas dentro das necessidades de
cada um. Não podemos continuar reféns de Irecê, precisamos defender interesses
coletivos para que possamos crescer juntos, onde todos possam ser parceiros,
mais valorizados; para que cada um se desenvolva, ajudando uns aos outros,
dentro das suas possibilidades.
Precisamos
ser lembrados e respeitados de forma igualitária. E para isso, devemos discutir
ideias no sentido do crescimento coletivo uniforme, junto aos governos federal
e estadual para que não sejamos engolidos por um município que centraliza a
maioria das ações governamentais, e que termina ganhando sozinho outros
benefícios, como os comerciais, deixando a cada dia cidades circunvizinhas mais
pobres e afiliadas.
Irecê
é estratégico para ações de grande porte. Ações essas, que sabemos não ter como
implantar em cada município. No entanto, diante da centralização, outros
benefícios menores, também se centralizam na sede, deixando todos os outros
municípios reféns e isolados.
Nada
contra a coirmã Irecê, mas não podemos continuar submetidos a tais
circunstâncias, pois elas têm trazido grandes prejuízos aos demais municípios.
Edgardo
Pessoa Filho - GAL
Cada um colherá o que plantou
In Gal5/02/2012
O mundo não poderia sobreviver sem o seu passado, sem os grandes vultos e acontecimentos que fizeram parte da nossa história. Sem aqueles que acreditaram e lutaram destemidamente na construção de novos valores, novas formas e inventos, substituindo equívocos impostos por alguns em benefício próprio, estaríamos na ruína, isso se existíssemos.
O exemplo dado pelos nossos antepassados vive ainda na alma daqueles que hoje lutam pela causa do bem, da verdade e do progresso. A luta é árdua, pois a cada dia a moralidade se torna sinônimo de bobagem, onde ser bom e verdadeiro é ser “besta”.
Dentro desta ótica, todos querem impor sua força; cada um da forma que tem e pode, pois que, sem isso, de nada mais parece valer o homem. De volta ao pretérito, vamos encontrar Alguém que nos disse que viveremos daquilo que plantarmos e que façamos o bem sem esperar nada em troca e de preferência que os outros não vejam.
Quando Jesus nos disse dê com uma mão para que a outra não veja, falava para ajudar sem querer aparecer, pois quem assim não faz já recebe a sua recompensa aqui na terra. No entanto, o exemplo cabe na ação do bem, porque na verdadeira beneficência não se quer nada em troca, nem mesmo o reconhecimento. Mas chegamos a tal ponto na inversão dos valores, que o homem tenta aparecer mesmo quando atende a um direito, ou quando cumpre apenas sua obrigação quando em um cargo público, onde ele assumiu para servir, tendo como recompensa o seu salário e a consciência do cumprimento do dever. Ao mesmo tempo, procura sempre se esconder das desordens e abusos causados por ele.
Assim vivem muitos ao chegarem ao poder, humilhando aos que precisam, exaltando e alimentando suas vaidades, quando deveriam ser servidores do bem-estar de quem precisa.
No poder deveriam ter como proposta ações democráticas, onde todos pudessem ter acesso ás necessidades básicas, independente de quem seja, sem o constrangimento, sem a pressões da troca de favor por aquilo que é de direito do próprio povo.
As pressões sofridas por quem busca seus direitos, para que pague o que já é seu, com o sufrágio, é um ato desumano e desonesto por parte daqueles que buscam as recompensas aqui na terra, por não acreditarem nas promessas do céu, vendo como única felicidade a matéria.
Cada um é responsável por cada ação diante da própria vida. Se tratando da vida do próximo, as dimensões são maiores ainda, pois coloca em jogo o livre arbítrio dos que deveriam ajudar e proteger. Nada passa despercebido pela Lei inexorável de ação e reação criada por Deus, para o cumprimento da máxima, onde cada um colherá o que plantou. Que o amanhã será aquilo que fizermos do hoje diante de si e do próximo, que semear fica a critério de cada um, mas uma vez atirado os grãos, a colheita será certa, em conformidade com o que tiver plantado.
Aos que assistem tudo sem nada fazer, serão tão culpados quanto os autores, pois contribuem com a inércia, deixando o mal instalar-se, atrasando o progresso.
A covardia não tem rosto, macula todos que por ventura atravessem o seu caminho. Mas sempre será punida, pois diante da perfeita Lei que rege o universo, não passará despercebida, para que se cumpra a justiça soberana e imutável do Criador.
Edgardo Pessoa Filho – GAL
O que será de nós?
In Gal3/26/2012
Incerteza e medo, tudo isso e muito mais, preenche o intimo da maioria dos xiquexiquenses todas as vezes que começa um ano eleitoral, pois na luta pelo poder, muitos políticos não medem seus atos e palavras para permanecerem ou alcançarem o trono. Muitos não fazem, mas excitam seus correligionários a fazerem, como prerrogativa de garantia dos farelos do bolo.
Nos representar, ou representar-se, não sabemos! Nesta competição maquiavélica, não importa o povo que sofre, não importa quem poderia fazer mais, quais os mais qualificados, quais as melhores propostas, mas sim, quem tem o maior poder de ataque em destruir os adversários.
Neste jogo, o povo sofre as consequências. Famílias, Escolas, Comércios, Juventude, Idosos, Crianças, Religiões, enfim toda a sociedade, vítima do terrorismo verbal inconsequente, equalizado em altura máxima, desrespeitando a Lei Eleitoral através de carros de som, tirando a paz e o sossego dos que buscam dentro do lar o descanso, patrocinado por quem deveria ser modelo.
A política “Sistema de regras respeitante à direção dos negócios públicos” onde mostre o que poderia ser feito em benefício de um povo, de nada mais vale.
Agressões e baixarias, no entanto, já começam a predominar como maior proposta, causando repugnância. O que esperar quando o pleito de fato começar?
Vivemos no século XXI e é preciso evoluir. Não cabe mais esse tipo de conduta. A sociedade exige respeito, carece de exemplos e propostas.
Ao povo que sempre paga o preço, que tenha consciência. Que não seja sádico a aplaudir a própria desgraça. Que não seja irracional a ser guiado pela indução das conveniências dos poderosos, que tentam fazer de mentiras, verdades, repetindo sistematicamente para convencer “por osmose”.
Que prevaleça às propostas, o diálogo, os exemplos e a cima de tudo a avaliação de conduta de cada um que se propõe a nos representar. Que a Lei Ficha Limpa, seja executa pela nossa consciência de forma rígida, para aqueles que poderão dirigir nossas vidas, no comando do município.
Vivemos em uma democracia, somos livres e o voto que é secreto, é a arma que temos para nos defender contra todos os falastrões, os arruaceiros, os enganadores e principalmente contra os mercadores de consciência, que mantem pobre as massas, para depois manipulá-las com ofertas momentâneas.
O ato democrático de escolha dos nossos representantes nos dias atuais custou o sangue e muitas vidas no passado. Que seja valorizado e que nossas escolhas envolvam a razão e os sentimentos nobres, nos facultando escolhas pelos princípios, ética, respeito, verdade e conduta moral, também como uma proposta de governo.
Deus está no comando de tudo, mas age através dos próprios homens, que devem repudiar ações rudimentares, leviandades, promessas descabidas, como também as propostas de trocas financeiras que corrompem, agigantando sempre os que têm e massacrando os que precisam.
Um povo só terá força quando unido, envolvido nos seus interesses coletivos, cooperando para o fortalecimento do todo e não do individual. Só o cooperativismo será capar de fazer a sociedade alavancar suas vidas sem depender exclusivamente do poder público, que na maioria das vezes suprime pela força os que querem se libertar.
Não se deixe iludir pelas falsas promessas, lute pelas mudanças que acredita necessárias, descruze os braços e seja também um agente da transformação do seu e do nosso município. Você pode, nós podemos.
Acredite, a união faz a força e depende de cada um de nós, para que não continuemos a questionar: O que esperar do futuro? O que será de nós?
Edgardo Pessoa Filho – Gal
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Nos representar, ou representar-se, não sabemos! Nesta competição maquiavélica, não importa o povo que sofre, não importa quem poderia fazer mais, quais os mais qualificados, quais as melhores propostas, mas sim, quem tem o maior poder de ataque em destruir os adversários.
Neste jogo, o povo sofre as consequências. Famílias, Escolas, Comércios, Juventude, Idosos, Crianças, Religiões, enfim toda a sociedade, vítima do terrorismo verbal inconsequente, equalizado em altura máxima, desrespeitando a Lei Eleitoral através de carros de som, tirando a paz e o sossego dos que buscam dentro do lar o descanso, patrocinado por quem deveria ser modelo.
A política “Sistema de regras respeitante à direção dos negócios públicos” onde mostre o que poderia ser feito em benefício de um povo, de nada mais vale.
Agressões e baixarias, no entanto, já começam a predominar como maior proposta, causando repugnância. O que esperar quando o pleito de fato começar?
Vivemos no século XXI e é preciso evoluir. Não cabe mais esse tipo de conduta. A sociedade exige respeito, carece de exemplos e propostas.
Ao povo que sempre paga o preço, que tenha consciência. Que não seja sádico a aplaudir a própria desgraça. Que não seja irracional a ser guiado pela indução das conveniências dos poderosos, que tentam fazer de mentiras, verdades, repetindo sistematicamente para convencer “por osmose”.
Que prevaleça às propostas, o diálogo, os exemplos e a cima de tudo a avaliação de conduta de cada um que se propõe a nos representar. Que a Lei Ficha Limpa, seja executa pela nossa consciência de forma rígida, para aqueles que poderão dirigir nossas vidas, no comando do município.
Vivemos em uma democracia, somos livres e o voto que é secreto, é a arma que temos para nos defender contra todos os falastrões, os arruaceiros, os enganadores e principalmente contra os mercadores de consciência, que mantem pobre as massas, para depois manipulá-las com ofertas momentâneas.
O ato democrático de escolha dos nossos representantes nos dias atuais custou o sangue e muitas vidas no passado. Que seja valorizado e que nossas escolhas envolvam a razão e os sentimentos nobres, nos facultando escolhas pelos princípios, ética, respeito, verdade e conduta moral, também como uma proposta de governo.
Deus está no comando de tudo, mas age através dos próprios homens, que devem repudiar ações rudimentares, leviandades, promessas descabidas, como também as propostas de trocas financeiras que corrompem, agigantando sempre os que têm e massacrando os que precisam.
Um povo só terá força quando unido, envolvido nos seus interesses coletivos, cooperando para o fortalecimento do todo e não do individual. Só o cooperativismo será capar de fazer a sociedade alavancar suas vidas sem depender exclusivamente do poder público, que na maioria das vezes suprime pela força os que querem se libertar.
Não se deixe iludir pelas falsas promessas, lute pelas mudanças que acredita necessárias, descruze os braços e seja também um agente da transformação do seu e do nosso município. Você pode, nós podemos.
Acredite, a união faz a força e depende de cada um de nós, para que não continuemos a questionar: O que esperar do futuro? O que será de nós?
Edgardo Pessoa Filho – Gal
MEU SONO, MEUS SONHOS
In Gal2/26/2012
O
que me faz permanecer acordado é não conseguir sonhar
Sonhar com o que me transporte ao que não mais encontro aqui
Então, acordado, posso vislumbrar em silêncio o que habita os céus
E assim encontro uma alma perdida, a também vagar em busca do nada
Do nada que tudo contém, onde só precisa ser despertado.
No infinito dos milhões de estrelas que vagam na noite
Surge do nada, uma, transportando você a algum lugar
Encantado, a realidade se confunde aos sonhos
E no silêncio da madrugada a noite corre serena.
O êxtase toma conta do meu ser, mas chega o sol a me despertar
Então, acordado, a estrela se vai, deixando o vazio
E o vazio? O que é isso?
Somente um espaço a ser despertado por uma alma, uma estrela que também vaga na noite.
Edgardo Pessao Filho - GAL
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Sonhar com o que me transporte ao que não mais encontro aqui
Então, acordado, posso vislumbrar em silêncio o que habita os céus
E assim encontro uma alma perdida, a também vagar em busca do nada
Do nada que tudo contém, onde só precisa ser despertado.
No infinito dos milhões de estrelas que vagam na noite
Surge do nada, uma, transportando você a algum lugar
Encantado, a realidade se confunde aos sonhos
E no silêncio da madrugada a noite corre serena.
O êxtase toma conta do meu ser, mas chega o sol a me despertar
Então, acordado, a estrela se vai, deixando o vazio
E o vazio? O que é isso?
Somente um espaço a ser despertado por uma alma, uma estrela que também vaga na noite.
Edgardo Pessao Filho - GAL
O que os astros reservam para 2012
In Gal1/24/2012
Sempre
gosto de expor um pensamento em torno de algum assunto, tentando de alguma
forma trazer o leitor para a reflexão. Meditando sobre o ano que se inicia e
planejando metas, por um instante me peguei pensando no que a vida e o universo
nos reserva para 2012.
O futuro pertence a Deus e é também conseqüência das nossas ações. No entanto, há quem estude os astros em busca de respostas para o amanhã. E foi assim que deixei de lado meus pensamentos e resolvi pesquisar na net, o que os astrólogos e estudiosos da área poderiam dizer sobre o décimo segundo ano do nosso terceiro milênio.
Eis que me deparei com as seguintes afirmações:
www.todateen.uol.com.br
Para a espiritualista Vera Correa, a humanidade está entrando em uma nova Era na qual o materialismo vai ficar para trás e o mundo vai ficar mais “humano”. Olha só o que ela disse:
“O que o Calendário Maia indica é o fim de um ciclo, mas não o fim do mundo. É o final da história baseada no materialismo excessivo e o começo de um novo tempo, baseado no reconhecimento do aspecto espiritual do ser humano e na compreensão de que todos somos essencialmente iguais e merecedores de amor, paz e saúde.”
Número 5: Segundo o tarólogo e numerólogo André Mantovanni, o número de 2012 será o número 5. Ele deverá trazer amplitude e movimento: “2012 será um ano de mudanças radicais, por vezes violentas e nos pegando de forma desprevenida. Porém, as mudanças que ocorrem num ano 5, geralmente, não são definitivas e sempre benéficas como resultado posterior”.
Por isso, o tempo é de mudança e de reflexão com as nossas atitudes. E lembrem-se: como diz João Bidu: “os astros não determinam, mas sempre podem dar dicas valiosas”.
Pesquisa e Introdução:
Edgardo Pessoa Filho - GAL
Leia Mais
O futuro pertence a Deus e é também conseqüência das nossas ações. No entanto, há quem estude os astros em busca de respostas para o amanhã. E foi assim que deixei de lado meus pensamentos e resolvi pesquisar na net, o que os astrólogos e estudiosos da área poderiam dizer sobre o décimo segundo ano do nosso terceiro milênio.
Eis que me deparei com as seguintes afirmações:
Texto:
Letícia Greco
Consultoria:
JOÃO BIDUwww.todateen.uol.com.br
Com certeza
todos já ouviram falar na história que o mundo vai acabar em 2012, certo? Mas
calma! Segundo astrólogos, tarólogos e espiritualistas o mundo não vai acabar
este ano, e muito menos de uma maneira trágica. O que vai acontecer, de
verdade, é que a Humanidade vai passar por um período de renovação.
Os Maias: A previsão do fim do mundo para 2012 foi dada pelos
Maias, civilização que viveu na Guatemala e Honduras (América Central) e México
há cerca de três mil anos! Além de estudarem astronomia, arquitetura e
matemática, eles também criaram um calendário que tinha um ponto final em 2012,
exatamente em 21-12-12.
A Renovação: Se o mundo não vai acabar o que vai acontecer de
fato no ano 2012? A resposta entre os místicos é unânime: “RENOVAÇÃO”.Para a espiritualista Vera Correa, a humanidade está entrando em uma nova Era na qual o materialismo vai ficar para trás e o mundo vai ficar mais “humano”. Olha só o que ela disse:
“O que o Calendário Maia indica é o fim de um ciclo, mas não o fim do mundo. É o final da história baseada no materialismo excessivo e o começo de um novo tempo, baseado no reconhecimento do aspecto espiritual do ser humano e na compreensão de que todos somos essencialmente iguais e merecedores de amor, paz e saúde.”
Netuno: O astrólogo João Bidu reforça que em 2012 Netuno
deve deixar o signo de aquário para se instalar em Peixes (regido pelo planeta)
e isso aumentará a solidariedade entre as pessoas. “Netuno poderá aumentar a
esplendidamente, a solidariedade e o afeto das pessoas”.
Saturno: Se existe um lado positivo, sempre tem o negativo.
João Bidu atenta para tomar cuidado com o dinheiro, ok? Isso porque Saturno
ficará o ano todo na 2ª Casa Astral, a do din din, ressalta Bidu. Número 5: Segundo o tarólogo e numerólogo André Mantovanni, o número de 2012 será o número 5. Ele deverá trazer amplitude e movimento: “2012 será um ano de mudanças radicais, por vezes violentas e nos pegando de forma desprevenida. Porém, as mudanças que ocorrem num ano 5, geralmente, não são definitivas e sempre benéficas como resultado posterior”.
Por isso, o tempo é de mudança e de reflexão com as nossas atitudes. E lembrem-se: como diz João Bidu: “os astros não determinam, mas sempre podem dar dicas valiosas”.
Pesquisa e Introdução:
Edgardo Pessoa Filho - GAL
De volta ao cuscuz com ovo
In Gal12/17/2011
“Quem não tem passado, não tem presente, muito
menos futuro...” Esta frase não tem autor definido, mas já foi citada por
muitos vultos, que enfatizaram a importância do passado na vida presente e
futura de cada um.
Se erramos, que possamos consertar e não pecar
mais, como nos ensinou Jesus. Se acertamos, que seja esta conduta o guia em
constante evolução para o nosso futuro.
Avaliando que a vida é um processo de contrução através das várias
experiências, é fácil imaginar que a nossa existência será sempre o reflexo do
nosso pretérito, como todas as nossas ações de hoje, refletirão no amanhã.
No entanto, vivemos como se a vida existisse
apenas o momento presente, presos ao imediatismo do mundo capitalista, sem nos
dar conta de quantas situações passamos, as quais tiveram grande importância
para a nossa formação.
Uma volta ao passado em momentos de reflexão,
hoje tão raros, nos ajudaria a não desviar do caminho, a nos dar coragem para
vencer, a valorizar mais os amigos e a família, e agradecer ao Criador pelas
oportunidades e vitórias conseguidas até o presente, deixando de lado a insensibilidade,
a arrogância e prepotência.
Foi
assim que voltei ao meu passado. Lá nos idos do primeiro ano do ensino médio
quando estudei no Colégio Central na capital baiana em 1985. Dividia um
apartamento com duas irmãs, com o objetivo de estudar. Sem a presença da figura
paterna, um salário de professora da nossa genitora e mais uma remuneração de
pensão pelo falecimento do nosso pai, sustentavam três filhos. Diante das
dificuldades, éramos sustentados no cuscuz com ovo no café da manhã, o que
sobrava, virava farinha para almoço, e a noite variávamos, ovo com cuscuz.
Vinte e
seis anos depois, solteiro e morando sozinho, volto à cozinha, e a janta foi o
velho e companheiro cuscuz. Não tive como não relembrar a vida de outrora,
diante daquele que foi companheiro em todas as manhãs, no almoço e no jartar, a
nos sustentar em perídos de dificuldades.
Ainda
bem, e graças a Deus, que hoje o cuscuz faz parte da minha mesa como uma boa e
nutritiva opção. A Fé, Coragem, Dignidade, Otimismo, Persistência e Trabalho
fruto de tudo que passei, me trouxeram até aqui. Que possamos ter na vida
momentos para refletir sobre o nosso passado, onde nos sintamos felizes pelas
vitórias, onde possamos corrigir nossos erros, encorajados a vencer todas as dificuldades que nos foram
impostas para o aprendizado e evolução, acreditanto sempre em si e em Deus, pois é
sempre possível ir além.
Que
Jesus conceda a todos muita saúde e paz neste NATAL e que o ano que se inicia
seja de renovação dos valores e atitudes nobres para construção de um mundo
melhor.
Edgardo
Pessoa Filho - GAL
Msn, Orkut, Face e Twitter: Minha vida
In Gal, In Opinião11/24/2011
Com os avanços tecnológicos das últimas décadas, a
comunicação a cada dia se torna mais eficiente, trazendo uma interação
imediata, aproximando pessoas, compartilhando informações, idéias e emoções no
campo das redes sociais.
Mesmo diante de todos os benefícios, os sites de
relacionamentos como Msn, Orkut, FaceBook, Twitter e outros, também trazem
mazelas, as quais, profissionais já alertam quanto as suas conseqüências junto
às crianças e adolescentes, apesar de pessoas entrando na idade adulta também passaram
a ser contaminadas pelo “vírus” do vício à internet.Desde criança, a maioria dos filhos são criados sem noção de disciplina, entrando na adolescência já viciados na internet, comprometendo o desenvolvimento e a visão da realidade, tendo como base de vida, o mundo virtual. Quando na verdade, o mundo lá fora que terão que enfrentar para sobrevier é cada dia mais exigente, competitivo, duro e cruel, contrário ao que mostra o mundo utópico dos sites de relacionamentos.
Pouco controle tem tido os pais sobre os filhos, agravando as
conseqüências a médio e longo prazo para os dependentes da net. O alerta também
é para os problemas de ordem física, mental, social e por que não dizer, também
intelectual, que vem afetando os usuários compulsivos.
Degenerações na visão como miopia e desvios de coluna, são os
casos mais comuns das horas a fio diante do PC. A depressão é outro fator,
aliada ao isolamento em frente ao micro, dessocializando as pessoas, que apesar
da aparente relação social, na maioria das vezes não passa de virtual.
Grande impacto também vem sofrendo o intelecto com o mau uso da
rede de computadores. A internet abre espaço sem fronteiras para a cultura e
conhecimento, onde o internauta tem o mundo em suas mãos. Sendo uma das maiores
fontes de informação, e pelas horas gasta em frente ao PC, todos os usuários viciados
deveriam ser pessoas mais intelectualizadas, não que não haja, mas de modo
geral, aos que nos referimos aqui, estes têm como internet apenas os sites de
relacionamentos, minimizando a capacidade da ferramenta que tem ao seu alcance.
Por estes fatores, é que vemos jovens adultos em busca de emprego,
mas quando questionados sobre sua formação, conhecimento de informática e
outros cursos, a grande maioria não consegue se expressar corretamente, ler e
interpretar um texto, fazer um ofício, preencher uma planilha ou lidar com
programas comuns na lida diária.
Às vezes condenamos outros vícios que criam dependências, arruinando
vidas lentamente, tirando do ser as possibilidades de auto-sustentação,
convívio social e auto-estima. Mas nunca é demais lembra que tudo em excesso é nocivo
e nos leva a caminhos obscuros, mesmo vícios que parecem inofensivos como a
Net. O uso inadequado e excessivo da internet para quem está em formação ou em
busca de espaço no mercado de trabalho é um obstáculo, mas poderia ser uma
ferramenta valiosa, se usada com sabedoria e moderação, pois são muitos os
cursos on-line e todo tipo de aprendizado que se queira adquirir, inclusive
gratuitamente.
Que estas ferramentas de comunicação não virem uma arma
contra quem usa. Que as redes sociais tenham lugar em nossas vidas como
instrumentos valiosos de interação e entretenimento, sem nos transportar da
realidade para um mundo meramente virtual.
Edgardo
Pessoa Filho - GAL
Comentário postado no A Voz antes do evento SOS saúde
In Gal, In Município10/30/2011
A postagem do comentário tem por obejetivo mostrar como é fácil prever as falas dos políticos diante dos seus interesses, quando o povo e o real motivo são deixados de lado.
Na segunda seráo postadas matérias sobre o evento, diante da fala, posicionamento dos organizadores, políticos e religiosos que fizeram uso da palavra.
Na segunda seráo postadas matérias sobre o evento, diante da fala, posicionamento dos organizadores, políticos e religiosos que fizeram uso da palavra.
Comentário postado na matéria "Mivimento tenta mobilizar sociedade pela saúde" do dia 29/10 às 13:24.
A iniciativa é interessante partindo do princípio de que o povo de Xiquexique começa a se mobilizar em todas as áreas reivindicando direitos.
Até então, a sociedade sempre foi dispersa quanto a mobilização da luta pelos seus direitos.
A partir deste ano várias manifestações começaram a ganhar força, como foi o caso dos sem teto liderado por Iremar, como também através do rádio, cobrando e manifestado suas opiniões. (Somente a rádio Cáctus tem feito este papel democrático, pois as rádios do prefeito e do deputado não abrem espaço para o povo).
É assim que se muda uma sociedade, com a participação popular, com o povo exigindo mudança diante do que está errado, apontando caminhos e dialogando.
Depois do evento cada um poderá fazer uma melhor avaliação quanto ao objetivo real do evento e a que se prestou de fato.
O que caracterizou o descrédito inicial do evento é ver pessoas, que sempre tentam tirar proveito político de tudo, estarem por traz, pois estas só se prestam a fazer alguma coisa quando estão no poder para manter o poder, usando sempre o dinheiro público. Sem o poder, nada fazem e mal conseguem sobreviver, mostrando que são despreparadas para assumir funções públicas, pela falta de exemplo e condução da própria vida, colocando dúvidas em tudo que fazem e participam.
Que o movimento tenha êxito, que não tome o caminho da difamação, pelo simples fato dos poderosos pensarem apenas em si, na politicagem e no poder, e estes, estarem por traz da mobilização, quando na realidade sucatearam e deixaram passar as oportunidades de parcerias junto ao São Rafael, pensando apenas em si.
Estaremos de olho e nos posicionaremos de forma enérgica, caso qualquer um tente tirar proveito do ato, esqivando-se das responsabilidades que todos sabemos ser de cunho estadual, federal, mas também municipal.
Por ser um ato público o momento não requer buscar culpados, tão pouco tirar a responsabilidade dos que estão no poder, pois são 40 anos no comando de uma instituição de saúde, agindo de forma particular e fechada, onde a sociedade nunca participou ou teve conhecimento da vida da entidade que sempre foi referência na saúde em Xiquexique.
Agora que o problema toma dimensões gigantescas, não é salutar e aceitável jogar toda a situação para a população, como se Xiquexique não tivesse representação governamental, como se os problemas tivessem origem nas mãos dos outros e não dos que estão no poder a várias décadas.
Que as autoridades saibam o que vão dizer, que tenham responsabilidade, pois se o problema hoje é de todos nós, até quando estava tudo bem éramos excluídos. É preciso lembrar que não se encontrará saída acusando os governos estadual e federal, uma vez que a solução contará com a ajuda destes, e se estes governos têm culpa, o municipal não poderá se isentar da mesma.
Aos letrados e doutores sem preconceito
In Gal10/19/2011
Depois da chegada do século
XXI, com os avanços científicos e tecnológicos, o mundo parece querer enterrar
de vez valores ultrapassados e equivocados que comprometem a relação do homem
com seu semelhante, comparado ao progresso da ciência nas últimas décadas. Na
tentativa de diminuir esta distorção material da moral, ouve-se muito nos meios
de comunicação o combate a todos os tipos de preconceito.
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Mesmo diante dos tímidos
esforços, que mais parece um modismo no combate a esta chaga, que mancha a
moral de quem a pratica, ainda percebemos de forma muito forte, o preconceito, neste
nosso Brasil de tantas diversidades de raça, cor, condição social e
intelectual.
Por incrível que pareça, é mais
visível o preconceito por parte de pessoas mais instruídas, as consideradas,
classe média e alta, sobre as de classes mais baixas. É como se apenas os letrados e doutores fossem
capazes. É como se as faculdades que poucas existiam no Brasil, e só para
ricos, fossem a única porta para tornar um ser humano capaz das honrarias e
respeito, como também de exercer funções não específicas de determinadas
profissões.
Desde a colonização do Brasil
que, de fato, o povo nunca teve oportunidade. Tendo como única alternativa para
vencer na vida, a esperteza, o chamado “jeitinho brasileiro”, pois quase
nenhuma chance lhes foi dada para se tornarem doutores, principalmente antes da
era Lula, quando o acesso a faculdade era para poucos.
Foi justamente um “iletrado”
que criou várias universidades neste país e deu as condições para que todos os
brasileiros de “espertos doutores” pudessem também mostrar que, o que
diferencia uns dos outros, são as oportunidades, e daí nasce o preconceito.
Um caso de preconceito visível
que impera no Brasil é perceptível com a pessoa do ex-presidente Lula, quando
vemos “doutores” criticando o fato do mesmo ter recebido títulos de honoris causa no Brasil e no exterior. Deve
mesmo ser difícil, para quem achar que só sendo “doutor” para poder ser
presidente do Brasil, assistir um “semi analfabeto”, como dizem os “doutores”,
chegar ao cargo mais alto deste país mostrando a toda nação que, quando se
acredita em um sonho, é possível chegar lá, mesmo diante de todas as adversidades
enfrentadas. Para o “povão” Lula se
tornou mais que um presidente, pois através dele passaram a acreditar nos
próprios sonhos e que é possível, como foi o exemplo.
O Brasil está longe de ser o
que nós esperamos e sonhamos, mas passos importantes foram e estão sendo dados.
A educação é, sem dúvidas, o caminho mais seguro e promissor para o futuro de
uma nação. Mas não devemos ignorar que é preciso ter gingo, astúcia e
inteligência, o que nem sempre se acha nos doutores, que muitas vezes não
enfrentaram as adversidades da vida e experiências práticas, acreditando que
somente as letras podem e os capacitam, colocando-os acima dos demais.
Doutores, cada um em sua área,
têm e muitos são bons. Daí não devemos crer que a falta de uma faculdade tira
do homem a capacidade de ser, poder e estar, pois Lula provou isso para o
mundo. E talvez este seja o motivo do preconceito, pois um homem sem os títulos
acadêmicos conseguiu ir muito mais longe que muitos dos doutores que o criticam
e atacam.
Deveriam estes ter a humildade
e reconhecer, que se a letra capacita o homem intelectualmente, não o faz sábio
e inteligente, atributos estes advindos das experiências e reflexões o que os
tornam doutores na escola da vida.
Edgardo Pessoa Filho - GAL
Não se faz amor, o amor se sente
In Gal9/24/2011
Queria fazer contigo o que a minha imaginação mandasse. Não faria nada que não quisesse, mas tudo que o tempo deixasse para que se o mundo amanhã acabasse, levasse comigo o sabor dos teus beijos, o gosto do teu corpo suado e os sons da tua voz em prazer.
O amor não se faz como muitos pensam. O amor se sente, e é possível sentir em pequenos gestos e palavras; mas, às vezes, também na explosão dos desejos que ardem e fazem a razão perder a razão. Só queria me dar por inteiro, como se fosse a última e única vez...
Onde o universo conspirasse em torno de nós, pois ali estariam dois corpos se entregando através do olhar, da suavidade do toque, da magia do beijo que é a expressão do desejo que arde na pele, mas que acalenta a alma.
Assim, te envolveria sentindo o teu calor, sem nada deixar falar, onde a tua voz seriam apenas os sussurros abafados entre beijos, ao te conduzir em carícias, onde cada suspiro seria uma senha a te despir suavemente... Em cada peca, sentir mais o teu corpo, invadindo mais a tua intimidade onde todos os meus sentidos usufruiriam de ti, atentos às nuances da tua beleza na expressão dos teus desejos.
Não importaria onde, tendo apenas a noite silenciosa a acompanhar os nossos passos, onde a brisa levaria o perfume que exalava a contaminar o mundo de amor... E com seu corpo nu, os meus olhos te contemplavam sentindo o teu cheiro, abraçando teu corpo, provando a tua pele... Além do suave barulho do vento que refresca o nosso suor, queria ouvir apenas o teu suspiro... São eles que me guiarão, são eles que serão o termômetro do teu prazer, direcionando-me a usar mais e mais os meus sentidos.
Na embriaguês dos nossos desejos, embalados pelos teus gemidos, já não teria duvida das tuas aspirações, onde palavras desconexas seriam pronunciadas por ti, entregando-se a mim... Todo o medo estaria vencido, onde os preconceitos e os valores equivocados - de uma sociedade que só condena, sem nada dar em troca -, seriam deixados de lado, para viver, sentir, ser feliz e descobrir que a vida pode nos dar muito quando sabemos o que queremos e agimos com segurança e sabedoria.
Então as tuas palavras seriam mais que desejo, a realização e a descoberta de um novo amanhecer, onde é possível sonhar e descobrir que a vida não tem sentido sem sentir, sem desejar e sem amar... Sentindo os teus desejos pela sensibilidade dos meus sentidos, já não dominava mais os meus que me conduziam até você! Então tocaria os teus pés, a mostrar que não tenho pudor, que quero você pelo que há de mais singelo... Entrelaçando-me em teus dedos com o toque suave dos lábios sentiria o teu corpo estremecer em um misto de tudo.
Subiria sentindo todo o seu corpo, tocando-o suavemente... Reservando a tua intimidade, deixaria um misto de dúvidas, enquanto tocaria os teus lábios em um beijo longo e suave.
Cobrindo teu corpo com o meu, sentirias a maciez e o calor afagando teus cabelos, e em murmúrios, chegaria ao teu ouvido e sussurrando diria: ‘Diz pra mim que me quer, diz que és toda minha, diz que posso te ter, te amar e estarei a sentir o teu sabor e sugar o teu néctar para depois sermos apenas um! Diz, vai!...
Edgardo Pessoa Filho – GAL Construindo a democracia, um bem comum.
In Gal, In Município8/23/2011
Não podemos falara de
democracia sem falar de cidadania. É preciso inclusive relembrar o significado
e a origem dessas duas palavras advindas da antiga civilização grega.
Enfim, a criação de facilidades tecnológicas requerem, sobretudo o conteúdo de respeito individual que leva a uma projeção maior da cidadania, isto é, da participação e consciência de necessidade de participação. É necessário que nós, cidadãos, estejamos sempre atentos à observância de implementação da verdadeira democracia e cidadania nestes novos tempos. O cidadão deve estar, sobretudo acima da informação e não sujeito a sua manipulação a pretexto de democracia.
Democracia no sentido
original significa uma doutrina política ou forma de governo baseada na
soberania do cidadão, no seu acesso à cena pública, na pluralidade de idéias e
expressão de suas opiniões, na possibilidade de intervir politicamente. Enfim,
a democracia é a livre atuação política de seus cidadãos. A possibilidade de
articulação pública igualitária.
Cidadania diz
respeito ao cidadão, ou seja, habitante da cidade, o mesmo que polis, na
Grécia antiga. A palavra polis também gerou em português a palavra
"política" tão nossa conhecida e que por vezes adquire um sentido
pejorativo, pois ao inverso do que ela postula, é usada para beneficiar o
interesse particular sobre o público.
Mas qual a relação
entre democracia e cidadania? Como vimos democracia é uma forma de governo. Antes,
porém, predominava outras também como:
- a tirania,
governo opressor, cruel e injusto, que abusava da sua autoridade.
- a monarquia, que vem de mono,
um só; ou governo de um só.
- a aristocracia ou
governo de alguns, na maioria da plebe, da nobreza, etc.
- a oligarquia
ou governo pertencentes ao mesmo partido, classe ou família.
Na tirania e monarquia
não existem cidadãos e sim súditos.
A aristocracia e
oligarquia, mudou apenas que não mandava mais um mais sim um grupo.
Mas qual a diferença
básica entre súdito e cidadão? O súdito obedece a determinação do
"UM". Quando o súdito pergunta: Por que isto tem que ser assim? A
resposta é: Porque o monarca assim o deseja. Mas se o cidadão fizer a mesma
pergunta a resposta será: Porque a lei assim o determina. E o que é a lei senão
o fruto dos sucessivos confrontos entre opiniões divergentes ou enunciados
distintos?
A boa lei nasce do
processo de participação ampla e não de imposição. Sua legitimidade é então
incontestável, embora o processo de sua elaboração seja mais árduo e moroso.
Na democracia
moderna, com o aparecimento do Estado, a forma de participação perdeu seu
sentido originário. Hoje as estruturas administrativas são ou pelo menos
deveriam ser as representantes da vontade da maioria e substitui-se então a
participação direta do cidadão por uma participação representativa do desejo
público.
A democracia e
cidadania funcionava da seguinte forma na Grécia: Havia um forum, lugar
denominado "Ágora" onde os cidadãos reuniam-se para discutir assuntos
que diziam respeito a coletividade e onde a partir dos embates de opiniões
aperfeiçoavam-se as instituições e as relações entre os cidadãos.
Mas qual a relação de
tudo isto conosco, neste mundo moderno onde vivemos uma democracia?
Bem, a antiga "Agora"
transfere-se de um local físico (as praças públicas gregas), ainda que
timidamente, para os espaços abertos e virtuais. Hoje se discute idéias desde o
que se veste até a economia de um país. Além disso, qualquer um de nós pode
expressar-se através da Web onde o alcance do público é ainda maior, não
se esquecendo que um dos maiores atos de cidadania é a escolha livre que temos
de escolher nossos representantes.
Este espaço
democrático propiciado pelo advento das redes de informação possibilita um
processo de integração social dinâmico com troca de opiniões ou mesmo de
conhecimento em âmbito amplo e até mesmo em tempo real. Mas o grande paradoxo
de tamanha liberdade é a institucionalização da informação, isto é, a
informação passa a fazer parte também de uma instituição e não somente
pertencer ao indivíduo. Assim se esta instituição não tratar estes dados com
ética estes podem ser disseminados sem a prévia autorização do cidadão.
Desta forma cada vez
mais há menos privacidade uma vez que nos expomos em relação àqueles que
debatemos.
Enfim, a criação de facilidades tecnológicas requerem, sobretudo o conteúdo de respeito individual que leva a uma projeção maior da cidadania, isto é, da participação e consciência de necessidade de participação. É necessário que nós, cidadãos, estejamos sempre atentos à observância de implementação da verdadeira democracia e cidadania nestes novos tempos. O cidadão deve estar, sobretudo acima da informação e não sujeito a sua manipulação a pretexto de democracia.
Pesquisa e síntese:
Edgardo Pessoa Filho – GAL
Língua, arma letal
In Gal, In Opinião7/25/2011
Dentre as varias funções que tem a língua, uma das mais
perceptíveis é a relação com a fala, a comunicação através da palavra falada. A
relação é tão direta que adjetivamos pessoas de linguarudas, línguas felinas,
quando falam demais.
“Há quem se aproxime de você, olhos brilhantes de prazer,
para em seguida anunciar: "Já soube o que aconteceu com fulano?" Em
seguida, detalham acidentes, tragédias, traições, erros, intrigas e até mesmo o
inexistente, tirando fatos da própria mente...” Tharsila Prates Sem se importarem se os fatos anunciados são verdadeiros ou não, o prazer de falar da desgraça alheia os fascinam, onde muitas vezes são jogados fatos criados pela própria mente doentia, ensoberbecida pela miséria da própria vida. Assim, envenenam a existência de muitas pessoas, as quais na obscuridade das ações levianas das línguas felinas, não têm como se defender. Muitas vidas são arruinadas, relações desfeitas e famílias destruídas quando os fuxicos e fofocas tomam dimensões gigantes sobre factóides criados por pessoas que sentem o prazer de causar aos outros, dores, como forma de aliviar as suas. Há quem faça muitas vezes de forma inconsciente, uma doença, a alimentar o próprio ego na satisfação de anunciar a desgraça alheia. Mas, o mais comum, são os que fazem de forma pensada e maldosa, produzindo um pouco da própria desgraça em que se encontram ou por inveja. De certo, “a boca reproduz do que está cheio o coração”.
“Para tentar justificar essa atitude leviana, alegam a inocente intenção de "alertar", "esclarecer" e "prevenir". Mal sabem que cultivam a maldade, criticando, caluniando, e fofocando atraindo pra si energias negativas e deletérias, que as conduzirão a ruína. A vida responde sempre de acordo com o que cada um faz”. Tharsila Prates. É a lei da ação e reação que não deixa nada impune, onde todos terão que colher tudo que plantou, seja nesta vida ou em outra.
A palavra é sem dúvida o instrumento mais poderoso que tem o ser humano. Foi através dela que Jesus anunciou a boa nova, ensinou toda a humanidade o caminho a verdade e da vida. A palavra tem o poder de trazer a paz, de acalentar a alma, de atenuar o choro e trazer esperança a quem dela precisa, construindo o que menos temos e o que mais necessitamos, que é a FÉ no Criador. E o Mestre na sua sabedoria infinita disse, ide e pregai! Sabia Ele o que estava dizendo, pois é a palavra que instrui e é a palavra que vai unir todas as nações, onde a única religião será pronunciada por todos com o nome de AMOR.
E você como está usando a palavra? Já parou para refletir se sem perceber não levanta discórdia, reproduz intrigas, alimenta fofoca sobre o semelhante, esquecendo que a sua própria vida pode precisar de muito mais atenção que a dos outros? Pensei nisso, "Costumamos ver uma partícula no olho do outro e não vemos a trave no nosso". Jesus.
Edgardo Pessoa Filho - GAL
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